| Conseguir
uma economia média de 55% com combustível
é um desejo de todos nós, afinal
não apenas do ponto de vista econômico,
ninguém quer alimentar a máquina consumista
e desgastada da indústria do petróleo. |
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O uso do gás natural como combustível,
além de muito mais barato, trás benefícios
ao motor do carro a longo prazo reduzindo seu desgaste embora
há quem afirme o contrário por pura influência
cultural e resistência às mudanças.
É claro que trocar o combustível líquido
de um carro pelo gás não é tão
simples assim e irá sem sombra de dúvida representar
um certo investimento.
É importante que fique claro que
este investimento será diretamente proporcional à
qualidade e tecnologia utilizada. A verdade é que
quanto mais o sistema de injeção do novo combustível
se assemelha àquele sistema que já está
debaixo do capô do seu carro, melhores serão
os resultados tanto em potência quanto estabilidade
de funcionamento e economia.
Um sistema
de injeção eletrônica seqüencial reproduz
exatamente o funcionamento do sistema original do carro
mas é claro que custa muito mais caro. Para quem
roda bastante, algo como mais de 2500km/mês, e além
disto sente prazer em dirigir e especialmente, investiu
seu capital em um veículo de alto custo, este tipo
de equipamento cai como uma luva. Porém para quem
não roda tanto, talvez gastar por volta dos R$5000,00
que custa o equipamento possa parecer um exagero.
Os
sistemas mais tradicionais, de 3ª geração
apesar de possuirem algumas limitações,
atendem a maioria desta pessoas, com uma pequena perda
de potência e ainda mantendo uma boa qualidade
de componentes e uma razoável estabilidade de funcionamento,
desde é claro, que seja uma
coisa bem feita.
Quem já tem um kit gás no
carro e está literalmente passando raiva, talvez
devesse considerar a hipótese de trazer seu carro
até nossa oficina para fazer um levantamento sobre
a qualidade (e presença) de componentes essenciais
para se garantir o mínimo. São alguns deles:
· Variador
de avanço fônico (essencial para
reduzir a perda de potência)
· Unidade de
gerenciamento eletrônico (melhora o funcionamento
e a durabilidade do motor)
· Correto posicionamento do misturador
(essencial para a estabilidade de funcionamento)
· Misturador de boa qualidade aerodinâmica
(e não material)
· Sistema de simulação de sonda
adequado (essencial para evitar problemas com o
combustível líquido)
· Situação do sistema de ignição
(cabos, velas, bobina)
· Taxa de compressão do motor
É preciso que estes itens estejam no mínimo
presentes no seu carro. Muitas instalações
sequer os utilizam e aí os resultados acabam sendo
realmente sofríveis. Assim, se seu carro a gás
não está funcionando direitinho, talvez você
não precise gastar mundos e fundos, talvez seja apenas
uma questão de adequação do sistema
que você já possui a um mínimo aceitável.
Traga seu carro até a gente para que juntos façamos
um diagnóstico.
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